19 de dezembro de 2015

10 Coisas que aprendi nos últimos anos

1 - A vida é simples, mas como coisas simples são uma seca, decidimos complicá-la

2 - Nada é "bom" ou "mau",  isso são conceitos derivados da nossa interpretação : as coisas simplesmente São

3 - Os erros dos outros não me definem, a forma como lido com eles, sim

4 - Ninguém nos pode desiludir se percebermos que as expectativas vêm de nós

5 - O nosso Passado não pode ser desculpa para o nosso Futuro

6 - Mudar é um direito e uma opção e não um dever

7 - Se estás cansada/o dos resultados, muda os elementos da equação

8 - Nada é eterno porque a vida em si não o é

9 - É o cair e o levantar que nos fortalece as pernas

10 - Temos sempre a hipótese de aprender mais e desaprender outro tanto





11 - A coisa maravilhosa é que por cada mágoa, desafio e conquista, podemos somar aprendizagem à fantástica lista da Escola da Vida



2 de dezembro de 2015

Elastic Heart - Esta música diz muito...

a mim e a muitas pessoas provavelmente.

Apesar da polémica do vídeo, acho que este expressa de forma dolorosamente magnifica um dos maiores desafios das relações humanas: como amar os fantasmas das pessoas que queremos na nossa vida?

Quando iniciamos uma relação, ficamos enamorados das belezas, fascinados pelos valores, hipnotizados por aquilo a que costumo chamar "a leveza do começo". Tudo é um borbulhar de emoções à flor da pele e até a dor da saudade é boa. Encontramos maravilhas na ansiedade da perda e na esperança de futuros incertos.

Depois começam as infiltrações. Pequenas manchas de bolor nos tetos dos relacionamentos. Demónios que reviram olhos durante as discussões. Questionamos: Mas quem é esta pessoa?... Muitas vezes culpamos as nossas escolhas e ações, outras tantas colocamos todo o peso da responsabilidade no outro.

Digo-vos quem é essa pessoa: é o Seu Passado em luta com o Nosso Passado.

Simples. Muitas vezes não discutimos com quem amamos, mas sim com o pai violento dessa pessoa, com a sua mãe ausente, com a ex-namorada que o traiu, com o ex-marido que lhe batia... Discutimos com fantasmas e traumas que tantos carregam aos ombros.

Discutimos com a criança de infância perdida e com o adulto que por consequência não se compromete. Lutamos contra espectros que desconhecemos e que apenas se revelam em momentos inesperados em que nos batem com luvas negras que nem sabemos a que mãos pertencem.

Depois os nossos monstros debaixo da cama, as necessidades que nasceram de faltas passadas. Buracos que já tínhamos, cobertos de folhas, em que alguém sem saber (tão bem disfarçados que estavam) cai. Soltamos feras e fazemos exigências, deixamos de reconhecer a pessoa ao espelho. Somos olheiras de expectativas frustradas e noites perdidas a tentar compreender o que apenas devíamos fazer o esforço por aceitar e libertar.

Por isso é que esta música, este vídeo, me diz tanto.

Não somos todos um pouco aquela criança, em adultos agora, a lutar contra quem amamos, porque a confiança (em nós e nos outros) dói demais? Não estarão as pessoas que nos amam, tal como nós, a carregar em ombros nus pesos que deveríamos ter largado há tanto tempo? Quantas vezes escolhemos remexer no que cheira mal, apenas para ter a certeza de que tínhamos uma razão que nos é inútil?

Vivemos numa jaula de emoções...às vezes deixamos alguém entrar e a luta começa. Se ambos aprenderem, entre feridas e mordedelas, que têm mais a ganhar se se apoiarem em vez de se carregarem, é Felicidade. Senão...a saudade que era boa passa a ausência, a perda ansiosa a desilusão e o futuro que era esperança a memória triste.

Vamos amar(mo-nos) mais e quebrar o ciclo.

Tem de ser.

Agora.

23 de novembro de 2015

Esta série ensina a viver - The Big C

Comecei a ver esta série por acaso: tenho NPlay, estavam lá os episódios, o tema era interessante e assim foi.

É genial.

Tenho uma maneira muito própria de ver a doença/palavra/sentença Cancro. À força da experiência percebi que esta palavra assusta e destrói tanto como, inexplicavelmente, motiva e transforma.

Inúmeros são os casos de sobreviventes que transformaram o Big C num motor de mudança positiva onde aprenderam a ver a Vida como ela deve ser vista : uma passagem demasiado breve para ser desperdiçada. Como que mudam de pele, renovam-se, reavaliam-se, transfiguram-se em algo mais do que a doença : uma prova evidente de uma vida que merece ser vivida.

Outros tantos são os casos das vidas ceifadas, familiares e amores e amigos perdidos, que no meio da tristeza da perda se tornaram não mártires mas heróis: a lembrança da efemeridade da nossa presença e de como é importante que o marco que deixamos seja repleto de lembranças e ensinamentos positivos.

Também há casos que não vão além da dor, do medo e da raiva. Da rejeição dos que abandonam (por não saber fazer melhor) quem precisa, e dos que perdem a fé num futuro que já nem acreditam que possa haver. Mas que bem virá a quem se foca no pavor, no terror e não na possibilidade, na esperança ou na agri-doce certeza de que se fez o que se podia?

Provavelmente todos teremos de lidar um dia com o C. Perante esta inevitabilidade, talvez seja altura de agarrar o "touro pelos cornos" e não permitir que ele nos vença. É algo que nos acontece, mas não podemos deixar que seja tudo o que somos ou tudo o que nos define.

Esta série fala disto, de como encontramos forças que nem sabíamos ter e como encontramos apoio em pilares que nem sabíamos que existiam. Fala de momentos em que tudo se fragmenta, como no Fim do Mundo, para que Novos Mundos nasçam dos fragmentos da tragédia.

Se é humor negro? É! Mas não será o cancro também?...

Quanto Tempo temos para levar a Vida assim tão a sério? Faríamos diferente se soubéssemos esse Tempo contado?

Onde estão os nossos sonhos? Teremos realmente limites? Será a Vontade Humana mais forte que o Medo?

Como quantificamos a nossa Vida, pela sua qualidade, pela felicidade ou apenas pelos dias no calendário?

...


Tenho Fé de que nenhum Final seja senão um Início e que os momentos maus não sejam senão um Interlúdio entre conquistas.

Imagem retirada do Google






4 de novembro de 2015

Quando chega o Outono...

...não são só as folhas que decidem cair, muitas vezes o nosso espírito rende-se à melancolia dos dias chuvosos, das noites frias e das chaminés fumegantes. E isso não tem mal nenhum se aprendermos que a melancolia é muitas vezes saudade de algo bom, ou um anseio por algo melhor.

Eu adoro o Outono. As árvores despidas fazem-me lembrar renovação, como a mudança da pena que tantas vezes temos de fazer para curarmos as nossas falhas e criarmos um manto ainda mais belo.

Gosto de ver as ruas cobertas de ouro e de ouvir a chuva na janela: é como uma praia, mas a areia é feita de folhas e o mar vem do céu. 

Gosto das malhas, dos casacos, das botas. Do conforto do corpo rodeado de texturas macias e quentes. A face corada das pessoas a sorrirem enquanto conversam, acompanhadas por um chá quente. 

Gosto da rotina da felicidade de um bom filme e um sofá. 

O cheiro das castanhas assadas, as mãos com a cinza do fogareiro e o estalar das cascas e o sal na língua. 

O Outono é a estação da alma, já dizia Nietzsche. Dá nos tempo para sacudir o pó do Verão e prepararmos o espírito para o Inverno; embala-nos na mudança dos seus ventos fortes e brisas suaves; mostra-nos que para crescer é preciso muitas vezes deixar cair as folhas velhas e secas, para que a chuva abençoe os rebentos férteis do Futuro.

Imagem retirada do Google




20 de outubro de 2015

Não há maior amor do que o Próprio.

Na minha opinião quando somos mal-amados é porque mal-nos-amamos.

Passamos a vida a fazer listas de como queremos que as pessoas sejam, mas raramente listamos as coisas que temos que melhorar em nós. Não acredito em facilitismos em nada, acredito sim que para tudo na vida é necessário esforço e dedicação e as relações humanas não são excepção. 

Acho que o nosso processo de melhoria pessoal é proporcional às pessoas que atraímos para a nossa vida: seja pelo melhor, porque nos dão esperança, ou pelo pior, porque lhes damos esperança a elas. Acredito que as falhas que os outros têm não são desculpa para as minhas, e que os erros que não são meus não me definem (nem os meus! apenas a aprendizagem).

Fica a minha opinião sobre isso do Amor Próprio:

- acho que devemos amar a pessoa que vemos todos os dias ao espelho;
- acho que devemos amar essa pessoa com as suas falhas;
- acho que não devemos exigir dos outros uma melhoria que não iniciamos em nós;
- acho que devemos ser honestos sobre o que somos e para onde vamos;
- acho que devemos relativizar a desgraça e pensar que somos sempre capazes;
- acho que este amor deve ser incondicional, imortal e regenerador;
- acho que este amor é o principio de tudo o que é bom.

Se nos amar-mos o bastante, com certeza esse amor transbordará para os outros. Teremos então um mundo cheio de amor. Haverá coisa mais fantástica?

Louise Hay
Retirado do Google




"Nossa, que biolência de inspiração!" 8

Na verdade é Ricardo Reis, mas é certo, certinho.
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15 de outubro de 2015

O meu lema de vida. Sem dúvida.

Religiões à parte, desde bem pequenina sempre senti que Algo (seja qual for o nome que queiram dar-lhe, ou seja o quê ou em quem for que acreditem) me enchia de forças para superar a adversidade.

Nem sempre tive uma vida fácil, nem sempre tudo correu bem, mas no meio das tempestades, inexplicavelmente às vezes, sempre acreditei que nunca me faltaria o suficiente para sobreviver e crescer no meio das dificuldades.

Eduquei-me para acreditar, acima de tudo, na minha capacidade de criar a minha própria sorte, mesmo que às vezes esta sorte viesse disfarçada de azares dos grandes. Forcei-me a levantar-me sem pensar que o peso do que carregava aos ombros me toldava os joelhos.

Aprendi a usar muletas emocionais para quando cambaleava depois de mais um medo, e outro e outro... e a não questionar, mas sim aceitar, agir, resolver e continuar.

Das imensas escolhas erradas que já fiz na minha vida tirei a minha aprendizagem, às vezes às custas de muitas reguadas nas mãos. Ainda não aprendi tudo, muitas vezes logo depois de fazer as coisas, no calor do impulso, dou por mim a pensar que poderia ter feito melhor e não há maior castigo que o remorso.

Tenho poucas certezas, nem poderia ser humilde se assim não fosse, mas sei no meu âmago que tenho dentro de mim as muralhas que me defendem, as portas que decido abrir e a cola necessária para restaurar alguns cacos de coisas que em mim se partem.

E acredito também, no meu âmago, que vocês também têm toda a força interior mais que necessária para todos os fardos da vossa vida. Sem dúvida nenhuma.

E vocês? Acreditam?


Imagem retirada do Google



8 de outubro de 2015

6 de outubro de 2015

O Poder do Compromisso ( ou não?!)

ATENÇÃO QUE ESTE NÃO É UM POST SOBRE POLÍTICA (pelo menos não no sentido mais usado da palavra)

Não se fala de outra coisa desde as eleições: compromissos.

Uns recusam comprometer-se com algo que vai contra os seus valores e convicções, outros apelam que o compromisso deverá basear-se na cedência positiva para o bem comum. Uns acham que quem acredita compromete-se com as suas crenças e deverá ser coerente e fiel, outros acham que a flexibilidade é uma exigência para a estabilidade. Provavelmente estão ambos certos, nos seus contextos pessoais.

Eu acho que podemos transpor estas questões para a Politica da Assembleia da Nossa Vida:

- Até que ponto o compromisso é submissão?
- Até que ponto as convicções são teimosias?
- Haverá um meio-termo consensual?

Aprendi (a agradecer ao professor/formador/"ajudador" C.B.) a fazer a ecologia das situações, das decisões, dos comportamentos. Não estou a falar de plantar uma árvore por cada vez que grito com a senhora do Telemarketing, estou a falar de analisar determinadas decisões da minha vida: ponderar e definir se aquilo que decido tem consequências benéficas e harmoniosas para mim e para os outros (ou não).

Pergunto-me muitas vezes relativamente ao que vou fazer:

Na lista dos prós e dos contras, qual tem mais elementos?
O que tenho realmente, na prática da questão, a ganhar?
Quem ganha comigo?
É egocêntrico ou apenas centrado?
É submisso ou altruísta?
O que sei que vou perder?
Como valorizo o que posso ganhar ou que posso perder?
Onde entram os meus valores?
E as minhas convicções, são limites ou pilares?
Posso sonhar neste caminho, ou este caminho intromete-se nos meus sonhos?

Normalmente, no final destes raciocínios percebo que o panorama da questão não é nem assim tão definitivo, nem assim tão catastrófico, e que muitas vezes a melhor forma que tenho de me manter fiel aos meus valores é flexibilizar e aceitar o Outro, percebendo que devo tomar decisões por mim, certo, mas que este MIM precisa de outros MIM'S.

Os nossos valores definem-nos, as nossas convicções levam-nos a lutar pelo que acreditamos, mas há que medir bem os custos e os lucros para não incorrermos no pecado de criar muros em vez de pontes.

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29 de setembro de 2015

Estás desempregada(o)? Então é ir sem medo!

http://www.joaosemmedo.org/

Jamais! (ler com pronúncia francesa, enquanto se empina o dedo para o ar)

M E D O. É o que sinto quando oiço alguém dizer um fervoroso Nunca mais! Porque se há coisa que aprendi é que um Nunca mais! vem muitas vezes acompanhado de um parêntesis (até à próxima vez). A questão é que este parêntesis vem muitas vezes carregado de frustração, de incompletude, de sentimentos de fraqueza e indefesa.

Será que quando digo que nunca mais vou deixar que algo aconteça/fazer algo estou a colocar em mim pressão positiva ou negativa? Faz lembrar o comportamento da criança a quem a mãe diz : Maria Ana, tu não mexas aí! E o que é que a criança quer, mais que tudo, fazer? MEXER! O Nunca Mais funciona um pouco assim...Ora vejamos:

Para mudar um comportamento, de forma eficaz e efectiva, não nos podemos focar no comportamento em si, mas sim nas soluções e alternativas para o mesmo. Desta forma o que faz o Nunca Mais? Castra-nos, oprime-nos e pior, castiga-nos depois quando voltamos a incidir deixando na boca aquele amargo sabor a : Raios, lá cai na esparrela novamente!

Então e se formos na onda de um compromisso mais saudável? Se já sabemos que certa situação nos é tóxica podemos criar estratégias: errar é Humano, mas errar e não aprender é simplesmente tonto (nem que seja para isso preciso errar 20 mil vezes!). Vamos então tentar mudar o Nunca Mais! e usar o Comprometo-me a fazer melhor da próxima vez!(e da próxima e da próxima e da próxima).

Se ficarmos obcecados em não fazer algo ou em não deixar que nos façam algo, provavelmente vamos desviar toda a nossa fantástica energia para o que não queremos, quando devíamos estar a fazer o oposto.

Exemplo: Quero deixar de fumar.

NUNCA MAIS VOU FUMAR! - fico a pensar nisso o dia todo - olho para o maço - sofro - o Nunca Mais pensa-me nos ombros - estou desconfortável - algo me enerva - para relaxar fumo um cigarro - PORRA! JÁ FALHEI - perdido por 100, perdido por 1000, fumo mais um e mais um - sinto-me envergonhada - sou uma fraca - NÃO CONSIGO!

ou

COMPROMETO-ME A REDUZIR O NÚMERO DE CIGARROS QUE FUMO POR DIA GRADUALMENTE ATÉ DEIXAR DE FUMAR - fumava 12, se fumar 6 já é uma conquista - vou praticar desporto - mantenho-me ocupada - ocupo-me ativamente para não pensar no tabaco - foco-me no meu trabalho - tenho umas pastilhas à mão - sinto vontade - ocupo-me mais um pouco - o chefe gritou-me - fumo um cigarro - foco-me no meu objetivo - partilho as minhas conquistas - ESTOU A CONSEGUIR!

Tudo na vida é um processo e vamos a tempo de fazer melhor: Não há motivo para lançarmos o Definitivo quando poucas coisas na vida o são. Mudar é um caminho : algumas mudanças serão mais bruscas, outras mais lentas, mas se for no sentido certo será certamente um processo de melhoria.

Sermos melhores é um objectivo e não uma pressão castrativa. Vamos mais que a tempo :)

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23 de setembro de 2015

Gostas de levar com bananas no cocuruto? Boa! Continua assim!

É que é isso que acontece a quem se deixa adormecer à sombra da bananeira. Viver na sombra das conquistas que já foram, ou esperar, na molenga, que os nossos sonhos se concretizem sozinhos é estar a pedir para o Universo nos acordar com uma valente bananada na cabeça.

Já alguma vez viram o que acontece a um lago quando as águas estão paradas há muito tempo? Quando a inércia se instala? Se não viram, eu passo a dizer: nada de bom! O que era vivo deixa de o ser e o que era fértil também já não o será.

A melhor maneira de evitar a estagnação deste fantástico lago que é a nossa Vida é tratar dela, activamente, como se fosse um jardim : regar com Criatividade, tratar das ervas daninhas dos Pensamentos Negativos, adubar com Conhecimento e plantar, sempre que possível, Novas Ideias e Novos Sonhos, para o jardim não ser monótono.

Ler mais, ler melhor... Fazer listas de coisas a fazer! Experimentar tudo pelo menos uma vez, conquistar, falhar, tentar novamente, errar, conseguir e celebrar! Mas parar é que não pode ser, e não digo que não saiba bem colher os frutos do nosso esforço, relaxando à sombra da bananeira que plantámos, mas daí a adormecer eternamente, isso é que não pode ser: há tanto Mundo para descobrir e nem só de bananas vive o homem.

E tu, o que descobriste hoje? Nada? Então força, muda isso!







22 de setembro de 2015

Oh Tempo, volta pra trás!

Mas não volta. Nunca. Aprendemos isso quando percebemos o Tempo que perdemos a perder Tempo.

Trabalhamos no mínimo 8 horas por dia, para chegarmos a casa para trabalhar mais 4 horas, para vegetar mais 4, e dormir 8. À noite, de olhos fechados, perguntamos a nós mesmos:

Quanto Tempo me dei? Onde encaixei o tão merecido Me Time?  Terei amado os meus filhos o Tempo suficiente? Terei olhado nos olhos de quem amo o Tempo que essas pessoas merecem? Amanhã vou fazer por tirar Tempo ao Tempo. 

E o amanhã chega, e as 8 horas de trabalho, e mais as 4 horas em casa e ...Já conhecemos a história.

A Imortalidade está longe, temos o Tempo que temos (não sabemos bem quanto) e provavelmente vivemos num constante estado de ansiedade pelo Tempo que nos falta, e preguiça pelo Tempo que ainda nos resta.
Para mim, se há coisa que o Tempo (e a idade) me provaram é que Tempo não é dinheiro, é qualidade de vida! Dinheiro sem Tempo é 0, mas tanto se pode fazer sem dinheiro se tivermos Tempo.

Não creio que alguém, nos últimos momentos de vida, diga : Ah! Se eu tivesse mais dinheiro, teria dito mais vezes à minha família o quanto a amo!... Mas se falarmos de ter mais Tempo o caso já é outro: não é na realidade esse o maior desejo da nossa, na realidade brutal, tão curta vida? Mais Tempo para amar, para viver, para crescer, para aprender, para mudar, para realizar, para concretizar...

Mas o Tempo não se tem, arranja-se. O que estão dispostos a fazer para o arranjar? Mudar os vossos hábitos? Livrarem-se de abutres do Tempo que nada vos trazem de bom? Pensar menos em Euros e mais em Horas? Criar um plano? Cumpri-lo?

Quanto Tempo vão então investir para que um dia não digam que vos falta Tempo para serem felizes?

Dá que pensar. Ainda bem que ainda vamos a tempo.
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21 de setembro de 2015

Amar é...

..ter fome, é ter sede de Infinito! Por elmo, as manhãs de ouro e de cetim...É condensar o mundo num só grito!

9 de setembro de 2015

Há cenas que me irritam!

E não são muitas, nem poucas, são bastantes! E nesse sentido, decidi fazer uma análise: o que é que me irrita mesmo? O que é que me faz ranger os dentes e cerrar os punhos? O que é que me deixa o coração palpitante and not in a good way?

Enumerei logo "trilhentas" coisas que me tiram do sério, mas claro que, no sentido de melhoria, tive de perguntar: e porque é que isso te irrita tanto?

Ora vejamos uns exemplos:

Pessoas que falam alto demais - será que calo demasiadas vezes a minha voz, deixando os meus pensamentos perdidos em suspiros?

Pessoas que me interrompem enquanto falo - será que poderia afirmar-me mais e melhor, respeitando e sendo merecedora de respeito?

Pessoas que discutem muito - será que procuro entender o Outro e fazer-me entender, resistindo à tentação do "se tu gritas eu grito também"?

Pessoas inconstantes e sem foco - será que sei, mesmo, profundamente, qual é o meu caminho e quem escolho para o percorrer comigo?

... ... ...

Será que me irrito com o Outro, ou Comigo? Nem sempre é fácil saber...mas talvez valha a pena pensar se aquilo que criticamos nas outras pessoas não será um espelho de algo que em nós mesmos temos de melhorar - nem que seja a infinita arte da Paciência e do Perdão! - e melhorar, e melhorar...

Serei eu tudo o que mereço ser para mim e para os outros? Estarei a irritar-me com as minhas próprias lacunas? Assertividade, Autocontrole, Foco, Flexibilidade, Compromisso, Tolerância, Comunicação Positiva... Como estão estas competências? Se as exijo ao Mundo, será que consigo dá-las ao Mundo? Se a vida é um Eco, estarei eu a transmitir o que quero receber?

Dá que pensar. Com toda a certeza temos, dentro de nós, a solução.
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8 de setembro de 2015

Dica de Leitura: Inteligência Emocional, Daniel Goleman

A bíblia do Desenvolvimento Pessoal.

Daniel Goleman serve-nos de guia numa jornada através da visão científica das emoções de alguns dos mais confusos momentos das nossas próprias vidas e do mundo que nos rodeia. O fim da jornada é compreender o que significa trazer inteligência à emoção, e como fazê-lo: «Em Ética a Nicómaco, a investigação filosófica de Aristóteles sobre a virtude, o carácter e a boa vida, o desafio que ele nos faz é gerir a nossa vida emocional com inteligência. As nossas paixões, quando bem exercidas, têm sabedoria. Guiam o nosso pensamento, os nossos valores, a nossa sobrevivência. Mas podem facilmente desgovernar-se, e fazem-no com frequência. Tal como Aristóteles bem viu, o problema não é a emocionalidade, mas o sentido da emoção e das suas expressões. A questão é: como trazer inteligência às nossas emoções, e civismo às nossas ruas e solicitude à nossa vida em comunidade?»

Retirado do site Wook


http://www.wook.pt/ficha/inteligencia-emocional/a/id/3501417

4 de setembro de 2015

3 de setembro de 2015

Para que a vida não seja um mau filme do Stallone...

Há que saber escolher as batalhas.

Tantas vezes lutamos por lutar, em guerras sem sentido, onde não haverão vencedores, apenas pela sede de ter razão. Valerá a pena esta satisfação infundada do Ego? Muitas vezes iniciamos batalhas por "dá cá aquela palha", para quebrar a monotonia, sem medir o prejuízo de muitas cicatrizes de feridas mal curadas.

É verdade que é bom ter razão, tão verdade como é mau perdê-la à custa de palavras desmedidas e actos tempestuosos. Será que lutamos pela adrenalina? Pela necessidade de gritarmos "HEY! ESTOU AQUI!"...Não sei. Sei, sim, que passamos a vida aos empurrões para fora, para depois passarmos o resto da vida aos empurrões para dentro, engolindo orgulho e frustrações.

Que tal, antes de soltarmos cegamente todo um exército de palavras, perguntar-mos à nossa Consciência:

- Esta é uma batalha que vai trazer mais-valias para mim e para os outros?
- Se esta guerra não fosse minha, será que me iria voluntariar a lutá-la?
- Tem realmente importância na minha vida ou é uma guerra de causas tão perecíveis como a minha irritação momentânea?
- Se eu "vencer", ficarei eu realmente satisfeita/o com os resultados e capaz de seguir em frente?

Num resumo: valerá a pena dispensar da minha energia em lutas que não trazem nada de bom a ninguém?

Estaremos gratuitamente a desperdiçar a nossa energia em mágoas e ódios, julgando que dela possuímos toda uma infinitude? Dá que pensar. O que nos vale é que vamos sempre a tempo de não nos ficarmos pelo pensamento e mudarmos a acção.

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1 de setembro de 2015

Recomendação do Best! - João Sem Medo

Esta semana recomendo uma comunidade/grupo/iniciativa fenomenal : a João Sem Medo. Sei que esta comunidade tem feito maravilhas por muita gente, de forma gratuita, com os seus workshops e com o apoio comunitário que os elementos que participam nos cursos prestam uns aos outros.  Vale bem a pena ler o manifesto deste grupo fantástico. 


Fica uma breve descrição destes destemidos empreendedores:


"Somos uma comunidade de pessoas empreendedoras com a missão de 'derrubar todos os muros' ao acto de empreender, sejam materiais ou psicológicos. 
Estamos focados nas pessoas e entendemos que todos podem aprender a utilizar o método 'empreendedorismo'para construir o seu futuroEntendemos que o empreendedor é uma pessoa que procura assegurar a sua subsistência através do projecto que está a desenvolver, desafiando a incerteza, i.e., não se sabe à priori se terá sucesso ou não.Por modelo de negócio, todas as nossas acções são gratuitas para a comunidade.Somos uma empresa social de empreendedores para empreendedores. 
Somos inspirados pelo livro "Aventuras de João Sem Medo", José Gomes Ferreira, D. Quixote, na figura da sua personagem "João Sem Medo" que salta o "muro" que separa "chora-que-logo-bebes" (o mundo conhecido, a zona de conforto) e a "floresta branca" (o mundo desconhecido, a zona de desconforto). Queremos que cada ser humano possa descobrir que pode "andar espantado de existir"."
Retirado do site oficial da comunidade

"Nossa, que biolência de inspiração!" 4

E com a Fé de conseguir.
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28 de agosto de 2015

Como tudo começou (e uma pequena advertência)

Há cerca de 10 anos comecei a ver estrelas.

Não me refiro àquelas que estão no céu do Alentejo, mas estrelas nos olhos, manchas escuras e outras brilhantes, que me afectavam a visão. Estas estrelas vinham acompanhadas com paralisia parcial dos membros superiores. Uma beleza, portanto!

Diagnóstico: enxaquecas com aura. Uns tempitos a Topamax e muitas aventuras e desventuras depois percebi uma coisa:  de nada valia tomar medicamentos se continuasse a seguir o mesmo estilo de vida, a mesma Toxicidade Emocional.

Trabalhava e estudava e party-ava e corria pela vida numa aceleração pouco saudável. Alimentava impacientemente uma sede descontrolada pelo Rápido, pelo Tudo ou Nada, pelo Drama, pela Agressividade. Nesse sentido o meu corpo, manifestando-se teimosamente através de sintomas pouco simpáticos, foi o meu melhor amigo.

Aprendi a ler o meu corpo. Deixei de precisar de tomar coisas que na realidade apenas me adormeceram o tempo suficiente para eu perceber que tinha de mudar. Passaram-se anos, mudanças lentas e pequenas, mas significativas: desprendimentos, afastamentos, aproximações, libertações e compromissos.

Comecei a frequentar cursos de Desenvolvimento Pessoal, passei a ler menos Existencialistas e comecei a ler aqueles a que posso chamar de Melhoristas ( Goleman tendo sido o primeiro). Comecei a esforçar-me por Melhorar em vez de me esforçar por ser apenas o que Sou, na Fé de saber que posso sempre ser Mais. Comecei a acreditar que sou uma obra de arte inacabada e que nada virá à minha vida que eu não consiga suportar e vencer e superar.

Comecei a perceber que quando deixava a Toxicidade Emocional controlar a minha vida o meu corpo voltava a dizer-me : Não vás por aí! . Queimaduras, quistos, alergias, contracturas... O meu corpo continua a ser o meu melhor amigo: se ele me diz não vás por aí, agora, tento não ir, faço por escolher outra estrada no entroncamento da minha vida. Às vezes consigo, outras não, mas agora aprendo em ambos os casos.

Por isto fica a advertência: Este blog tem como intuito partilhar a minha opinião, o que resulta comigo, o que aprendi, o que vou aprendendo. Poderá servir de exemplo para alguém? Espero que sim, mas acima de tudo espero que sirva de exemplo para mim, para que o meu corpo me diga cada vez mais: É por aí, força nisso!


27 de agosto de 2015

Este video dá que pensar

Apesar da ironia de este ser um vídeo apenas possível de chegar até nós devido/graças à tecnologia que torna o mundo mais pequeno, a verdade é que este conflito de gerações leva a questões mais profundas do que simples brincadeiras de criança (sendo elas um tema já bastante profundo!).

Qual é a educação que estamos a dar às nossas crianças? Como podemos desenvolver nelas o equilíbrio entre as ferramentas virtuais sem as quais, na realidade, dificilmente conseguirão vingar no mundo, e as pequenas e simples coisas da vida?

É um, senão O, desafio da Sociedade actual: como educar as mentes do futuro com base em valores como Família, Natureza, Simplicidade, quando a importância do Virtual cresce diariamente? Como reconectar as crianças com as suas famílias, como transformar a tecnologia numa ferramenta válida em vez de um casulo antisocial?  Como quebrar o enclaustro dos smartphones e potenciar a brincadeira, desenvolver a capacidade de apreciar a Natureza, estimular os laços sociais presentes e presenciais?

Veremos o que nos traz o Futuro. Mas saberemos nós realmente qual o Futuro que queremos?


26 de agosto de 2015

Dica para a Paz de Espírito: Será o Outro o problema?

Com toda a certeza devo ter aprendido esta dica num dos cursos que frequentei. Ou isso, ou é algum mecanismo avançado do meu cérebro que juntou várias informações e saiu-se com esta: como solucionar conflitos com aquela pessoa que nos toca em todos os maus botões?

É SÓ TROCAR DE PESSOA.

Calma! Não estou a dizer com isto para deserdarem os vossos filhos, renegarem os vossos pais ou acabarem com as "outras metades", estou a referir-me a trocar a pessoa na situação, substituindo essa pessoa, no vosso esquema mental, por outra pessoa, seja uma amiga, um conhecido, ou o vizinho do 3º esquerdo que está sempre a cantarolar a "always look on the bright side of life! Taram taram taram taram".

No meio do fervor de uma discussão, com o sangue na guelra e os olhos esbugalhados, perdigotos pelos ares, é difícil fazer uma simples pergunta: Se isto (o motivo da discussão) tivesse acontecido/sido feito por OUTRA PESSOA , estaria EU a reagir assim? Vão ver que muitas vezes vão responder que não, que se fosse outra pessoa a ter "errado", que não aquela que tanto vos aperta os botões, provavelmente levariam tudo de ânimo mais leve.

Vejamos: Uma amiga não responde de imediato a uma mensagem via SMS. - não vem mal ao mundo.
               O namorado não responde de imediato a uma mensagem via SMS. - todo um drama.
     
               Uma amiga dá um conselho mais brusco. - podemos rabujar, mas não vem mal ao mundo.
               A mãe dá um conselho mais brusco. - todos os pilares se abanam.

Bem sei que cada pessoa tem o seu lugar na nossa vida, bem hierarquizado, mas a verdade é que quanto mais importantes são as pessoas para nós, mais tolerantes devemos ser, não? Se lhes temos mais amor, porque tendemos a ser-lhes mais críticos?

Isto dito, proponho(me) utilizar a imaginação para desdramatizar e pensar a situação como se ela acontecesse com outros intervenientes, como um filme em que escolhi mudar os actores. Vou, depois desta mudança de elenco, verificar se as minhas emoções e reacções são menos tóxicas para mim e para os outros. Se o forem, já não é mau, certo?!

Desta forma percebo que afinal o erro não está na outra pessoa, nem em mim, mas na interpretação que eu faço e ela faz da situação. Tudo fica mais leve, quando percebemos que muitos dos problemas são meramente interpretativos, limitados a contextos que não nos definem totalmente (e muito menos exclusivamente), e também não definem os outros. Uma simples mudança, talvez nos faça perceber que o Amor Próprio e ao Próximo deve ser sempre mais forte do que qualquer filme.


Bora lá ser fantásticos!
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20 de agosto de 2015

19 de agosto de 2015

Sobre isso a que chamam Felicidade

Somos todos diferentes, mas algo é comum a todos : queremos ser Felizes.

No entanto, num mundo em que ser diferente é a "nova normalidade", como devemos definir esse conceito que é o ser Feliz?

Acho que continuamos a procurar a Felicidade ao modo Disney, com Príncipe e Bruxa Má, mas o desafio é que já não somos as Princesas submissas perante os azares da vida, já não há ratinhos mágicos a costurarem as nossas roupas (vamos à Zara e pronto). Mais! A Fada Madrinha está ocupada nas manifs a reclamar da reforma e não tem tempo para transformar as abóboras da nossa vida em fantásticos Prius.

Isto dito, sabendo que o "o caminho faz-se caminhando"(obrigada Bruno de Carvalho, por me relembrares desta), continuamos tantas vezes à espera desse ideal de Felicidade, com a trança ao léu, num castelo de fantasias a costurar posts de facebook suspirantes.

Então e se ser Feliz requerer trabalho e esforço? E se o que te faz verdadeiramente Feliz não for esse ideal de família extensa, casa grande e golden retriever? E se fores Feliz sozinha/o ou em modo um mais um, sem multiplicação? Ou se quiseres uma equipa de futebol e o teu sonho for ser a melhor mãe/pai do mundo? E se ser Feliz passar pela tua carreira? E se desde criança sonhas com a aventura do romance e colavas posters da Bela Adormecida no quarto? E se no fundo gostas é do amor à moda mexicana, caliente e raivoso? E se...e se.... e se!

Somos todos diferentes. Terá a Felicidade de ser igual para todos?



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18 de agosto de 2015

Uma dose de fofura por dia, nem sabe o bem que lhe fazia! 1

Mas ao certo, o que queres tu?

Assim se vive a vida:
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Queres fazer algo, mas por motivos alheios à tua Vontade (dizes tu!), não podes - sentas-te, esperas um milagre, desistes.

Queres fazer algo, mas por Teimosia achas que não é responsabilidade tua - sentas-te, esperas um milagre, desistes.

Queres fazer algo, mas o Passado diz-te que, por experiência, vai correr mal - sentas-te, esperas um milagre, desistes.

Queres fazer algo, mas por Orgulho achas que é fraqueza e que fazê-lo compete ao Outro - sentas-te, esperas um milagre, desistes.

Queres fazer algo, mas no fundo cai sobre ti uma dose industrial de Preguiça - sentas-te, esperas um milagre, desistes.

Resultado: Ficas com o rabo achatado e deixas que os Outros e os teus Medos vivam a TUA vida por ti. Só tu podes escolher agir em vez de reagir, fazer acontecer em vez de esperar que aconteça, e acima de tudo desdramatizar os resultados porque na realidade, se perguntares à tua Razão : O que é o pior que pode acontecer? Vais ver que não será nada de tão catastrófico como os fantasmas da tua mente querem que tu acredites.

17 de agosto de 2015

O poder do Elogio

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Acredito que, para o bem e para o mal, na maior parte das vezes desconhecemos o poder das palavras. Uma critica, que a nós nos parece leve, pode fazer desmoronar a auto-estima de outros. Um elogio, dito com naturalidade, pode recuperar o brilho perdido de uns olhos, até então, mais tristonhos.

Estamos numa sociedade de informação viral, onde o "lançar a pedra" é fácil. São os comentários tóxicos nas redes sociais, é a imprensa que populariza a desgraça... e tudo numa facilidade de julgamento em que somos todos juízes, plenos de verdade e conhecimento. Mas não somos. Ainda bem.

Podemos sempre experimentar adocicar esta vida com Tolerância e Amor ao Próximo. Valorizar as pequenas dádivas que nascem disto que é Viver em Sociedade. Existem pessoas fantásticas no mundo.
Existem pessoas admiráveis no mundo. Existem pessoas merecedoras de uma salva de palmas diária pelo seu esforço. De certeza que todos conhecemos alguém assim. Alguém fenomenal!

Vamos então tentar partilhar a validação das conquistas alheias, a beleza dos pequenos momentos, as singularidades de cada um de nós. Somos seres grandiosos, em potência ou em concretização. Somos os mestres e a obra d'arte. Haverá melhor que isto?!

Resta perguntar: quantas pessoas já elogiaste hoje?

Começo eu: Lília, obrigada por me relembrares deste video. És fantástica!

14 de agosto de 2015

É sexta-feira. E é isso. Pronto.

Se até Deus descansou, quem sou eu para O contrariar. 
E tantas boas ideias nascem durante profundos e frenéticos momentos de...
ócio.

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13 de agosto de 2015

"Nossa, que biolência de inspiração!" 2

Parabéns a todos os que não se contentam em viver uma vida de portas fechadas, sem tentar saber as coisas maravilhosas que se podem esconder por detrás delas.
Às vezes é preciso correr o risco de nos "esfrangalharmos" todos e simplesmente SALTAR! para descobrir que afinal, depois do abismo, estão os Nossos Sonhos, à nossa espera, com uma capirinha na mão e chapéu de palhinha a perguntarem " Porque demoraste tanto?".


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12 de agosto de 2015

Descomplexificar

Receita:

Um copo de vinho
Um chocolate
Um filme que não faça pensar muito
A certeza de que vai tudo ficar bem,
A certeza de que, caso nem tudo fique bem, nos havemos de desenrascar


Juntar tudo muito bem ,consoante a necessidade, em doses recomendáveis. Levar a lume brando, sem levantar a fervura.

Consumir de imediato, quando necessário.

Recomendação: é um prato que se complementa de modo fantástico com uma dose de Tolerância, acompanhada com risoto de Perdão, condimentado com Amor Próprio.

Desafio : Foca no Foco

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Pois bem, difícil não é querer alguma coisa, difícil é saber o que se quer e ser perseverante no caminho para lá chegar.

Daniel Goleman define Foco como o Motor Oculto da Excelência. E é. 

Num mundo de oportunidades com tanto por onde escolher, estímulos a "torto e a direito", pessoas e coisas que nos chegam de todas as formas, via SMS, via chamada, via Facebook, via Instragam, via televisão, um dos maiores desafios é manter o Foco. Direccionar a nossa atenção para o "importante", desligando-nos quando necessário do "acessório".

Parece-me que nesta loucura desenfreada a que chamamos dia-a-dia, pecamos por falta de um direcionamento eficaz das nossas energias em prol da concretização dos nossos objectivos. 

Vejamos, às vezes temos fome, caminhamos em direcção à comida, encontramos uma pessoa conhecida, damos por nós à conversa, e "olha que se passou o tempo da hora de almoço, vou ali engolir algo à pressa". Ou então, no meio de uma tarefa que às vezes decidimos (ou decidiram por nós?) ser urgente, entre papeis remexidos, ficamos presos a ler um email da "Anabela, dos Recursos Humanos" sobre como fazer saladas em frascos.

FOCO. Não é só o masculino da palavra foca. Prestar atenção, estar verdadeiramente no Momento Presente, aplicar a nossa dedicação numa tarefa e conclui-la, definir objectivos concretos, realistas, determinados no tempo, organizar o nosso tempo, criar um plano de acção, comprometermos-nos activamente perante nós e os outros, meditar e não "medeitar", Coaching e não "couching" (uma letrinha muda tudo, não é?). Estes são apenas alguns passos que acredito serem uma mais valia nesta arte de estar mais atento à vida.

Ficam aqui dois vídeos para pensarmos sobre o assunto (focadamente, claro!)

                          Um fofo                           e                              Um do Génio das Emoções 


Momento "Nossa, que biolência de inspiração!" 1

E assim levam a vida, aqueles que Acreditam no Inacreditável e conquistam o Impossível.
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11 de agosto de 2015

Viver a melhor vida que podemos!

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Escolhas.

Tudo na vida são escolhas.

A Felicidade é uma escolha.

A nossa Atitude é uma escolha.

Ter Desafios em vez de Problemas é uma escolha.

Perguntam-me : Então e os azares da vida? A "bosta" que teima em cair-me em cima? Aquelas muralhas ruinosas dos traumas? Então e os outros, que não me deixam Ser?

Respondo: É só escolher. Repito-vos: Então e os desafios que conquistaram? Aquilo que criaram do Caos? E a força dos pilares que vos sustentam? Então e os outros, que vos apoiam no Crescimento?

Viver a melhor vida que podemos é uma escolha. Escolher ver degraus em vez de pedras no caminho, escolher v(iv)er o Momento em vez do Futuro incerto e do Passado pesadão. Escolher ser mais Nós e menos o resultado daquilo de que nos queixamos. Escolher Ser Feliz, com todos os esforços, desafios, caminhos tumultuosos, florestas garridas, praias e montanhas. Mas escolher, sempre, sem desistir, o lado melhor de tudo, em tudo, para tudo.

Corrijo-me. Há uma coisa em que não temos escolha:

 Se não formos nós a viver a nossa vida, ninguém a viverá por nós.
E SE É PARA VIVER, QUE SEJA JÁ.

Bora lá ser Fantásticos :)