9 de setembro de 2015

Há cenas que me irritam!

E não são muitas, nem poucas, são bastantes! E nesse sentido, decidi fazer uma análise: o que é que me irrita mesmo? O que é que me faz ranger os dentes e cerrar os punhos? O que é que me deixa o coração palpitante and not in a good way?

Enumerei logo "trilhentas" coisas que me tiram do sério, mas claro que, no sentido de melhoria, tive de perguntar: e porque é que isso te irrita tanto?

Ora vejamos uns exemplos:

Pessoas que falam alto demais - será que calo demasiadas vezes a minha voz, deixando os meus pensamentos perdidos em suspiros?

Pessoas que me interrompem enquanto falo - será que poderia afirmar-me mais e melhor, respeitando e sendo merecedora de respeito?

Pessoas que discutem muito - será que procuro entender o Outro e fazer-me entender, resistindo à tentação do "se tu gritas eu grito também"?

Pessoas inconstantes e sem foco - será que sei, mesmo, profundamente, qual é o meu caminho e quem escolho para o percorrer comigo?

... ... ...

Será que me irrito com o Outro, ou Comigo? Nem sempre é fácil saber...mas talvez valha a pena pensar se aquilo que criticamos nas outras pessoas não será um espelho de algo que em nós mesmos temos de melhorar - nem que seja a infinita arte da Paciência e do Perdão! - e melhorar, e melhorar...

Serei eu tudo o que mereço ser para mim e para os outros? Estarei a irritar-me com as minhas próprias lacunas? Assertividade, Autocontrole, Foco, Flexibilidade, Compromisso, Tolerância, Comunicação Positiva... Como estão estas competências? Se as exijo ao Mundo, será que consigo dá-las ao Mundo? Se a vida é um Eco, estarei eu a transmitir o que quero receber?

Dá que pensar. Com toda a certeza temos, dentro de nós, a solução.
Imagem retirada do Google





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