20 de outubro de 2015

Não há maior amor do que o Próprio.

Na minha opinião quando somos mal-amados é porque mal-nos-amamos.

Passamos a vida a fazer listas de como queremos que as pessoas sejam, mas raramente listamos as coisas que temos que melhorar em nós. Não acredito em facilitismos em nada, acredito sim que para tudo na vida é necessário esforço e dedicação e as relações humanas não são excepção. 

Acho que o nosso processo de melhoria pessoal é proporcional às pessoas que atraímos para a nossa vida: seja pelo melhor, porque nos dão esperança, ou pelo pior, porque lhes damos esperança a elas. Acredito que as falhas que os outros têm não são desculpa para as minhas, e que os erros que não são meus não me definem (nem os meus! apenas a aprendizagem).

Fica a minha opinião sobre isso do Amor Próprio:

- acho que devemos amar a pessoa que vemos todos os dias ao espelho;
- acho que devemos amar essa pessoa com as suas falhas;
- acho que não devemos exigir dos outros uma melhoria que não iniciamos em nós;
- acho que devemos ser honestos sobre o que somos e para onde vamos;
- acho que devemos relativizar a desgraça e pensar que somos sempre capazes;
- acho que este amor deve ser incondicional, imortal e regenerador;
- acho que este amor é o principio de tudo o que é bom.

Se nos amar-mos o bastante, com certeza esse amor transbordará para os outros. Teremos então um mundo cheio de amor. Haverá coisa mais fantástica?

Louise Hay
Retirado do Google




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