29 de janeiro de 2016

Sabes que o Mundo caminha para o seu Fim quando...

ouves isto:

Zika?! A cena dos telemóveis?!

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Não.
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Isso é a Lyca. Mobile.
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Benzádeus.



27 de janeiro de 2016

Esta é para ti!

Não faças minhas as tuas palavras.

Não vale a pena tentares mudar o assunto e transformares o que eu quero dizer noutra coisa.

Irrita essa mania que tens de corrigir-me sempre, muitas vezes sem o meu consentimento, como se soubesses melhor do que eu mesma o que pretendo dizer.

Eu digo o que eu quiser, porque tu não mandas em mim!

Estás sempre a pôr palavras na minha boca e a tentar adivinhar o que vou dizer. Pára!

Deixa-me ter a minha própria voz!

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MALDITO TECLADO INTELIGENTE!

Andem por aí pequeines génis da dabriudabriudabriu (www) net! - Marcelo a fazer coisas

O que eu já ri com esta página.

Simples, perfeita. Bem apanhada. Quem se lembrou disto realmente merece uma salva de palmas.

Podem dizer o que quiserem, mas é o Presidente mais mediático de todos os tempos*







*E sim, eu sei, na realidade na nossa nova democracia bebé só tivemos outros 4, sendo que em 3 deles ainda não havia o boom do Facebook, logo o grau de paródia era infinitamente menor.

25 de janeiro de 2016

20 de janeiro de 2016

Parem tudo! Descobri o motivo de tanta infelicidade!

Joãozinho, o que queres ser quando fores grande?

- Eu quero ser jogador de futebol e marcar muitos golos!

E tu Maria, o que queres ser quando fores grande?

- Eu quero ser professora e ensinar os meninos!


Passam-se 20 anos e o Joãozinho trabalha num call center a vender seguros e a Maria realmente é professora mas apenas no papel, na prática a última vez que entrou numa escola foi quando terminou a faculdade.

Atenção, não tenho nada contra call centers, pelo contrário, ajudaram-me a ter meios para estudar, meios de sobreviver e meios de crescer profissionalmente! E quanto à Maria, sei bem que aquilo que refiro não foi, muito provavelmente, escolha dela.

Temos a geração mais qualificada de sempre, num país em que o empreendedorismo jovem se destaca, no entanto, quando entro no autocarro, apenas vejo caras com marcas de almofada, cabisbaixamente ignorando-se umas às outras. Descobri porquê!

Estão prontos?

PORQUE NÃO GOSTAM DO QUE FAZEM.

Poderia dizer que é falta de dinheiro, mas não acredito que seja. Vejo iPhone nas mãos e olhos tristes na face.

Poderia dizer que é mal-de-amor, mas não acredito que seja. Às vezes estão de mãos dadas, falando de quanto odeiam ir trabalhar.

Poderia dizer que é saúde, mas não acredito que seja. Estão coradinhos de raiva de ter de apanhar o autocarro todas as manhãs e os perdigotos que lhes saltam parecem-me sadios.

Acho que é mesmo a insatisfação profissional que lhes tira o brilho dos olhos. Mais de 8 horas por dia de frustração e desilusão a multiplicar pelos anos que se tem de esperar pela reforma dá nisso.

A dura realidade é que temos de trabalhar, muitas vezes em coisas que nem sonhávamos (nos piores pesadelos) que íamos fazer. Outras vezes até fazemos aquilo para que estudámos, mas a realidade da profissão não se adequa às miragens românticas que tínhamos quando nos inscrevemos no curso. No entanto, temos de trabalhar.

Como curar esta maleita então? Fica a dica.

Provavelmente não podes mudar de emprego, ou na realidade não queres tanto assim, apenas querias ser mais feliz no teu dia a dia e isso ferve-te a alma. Tens uma solução: sonha com o que queres concretizar, elabora um plano concreto, pensa em quanto tempo tens de dedicar para investires no que amas, cria parcerias, pensa bem no que queres, investe o tempo que passas a queixar-te em formações, em novas ideias. Aproveita o vencimento que tens, valoriza cada tostão, aplica esse tostão em ti. Até podes fazer um esforço para amares o que fazes, o suficiente para que seja uma mais valia na tua aprendizagem. Ou não, podes lançar tudo às urtigas e correr o risco.

Seja como for, investe mais em ti. Adapta-te e transforma-te. Sonha com quem sonha contigo, queixa-te a quem te deves queixar, mas procura soluções: senão vais ser só um queixinhas e ninguém gosta disso, certo?

REALIZA-TE.


18 de janeiro de 2016

Como sobreviver às segundas-feiras desta vida

Falando mal delas.

Para libertar o stress e tal...enquanto esperamos ansiosamente pelo fim-de-semana (sim, porque ultimamente parece que é segunda-feira todos os restantes dias da semana que têm feira no nome).

True

Also true

Truest Truth

Still true

14 de janeiro de 2016

Vocês são grandes!

Props para as senhoras de idade que falam umas com as outras, gritando as suas vidas,  no autocarro,  à distância, tendo lugares vagos para se sentarem lado a lado.

Há quem esteja perto e nem sequer sussurre a sua vida, muito menos com tanto entusiasmo e brilho nos olhos.

Boto like nisto!

5 de janeiro de 2016

Chiça que estou mesmo vintage!

Ai agora brincam com um cócózito chamado Pou no telemóvel e acham que são fashion?
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Ainda vossas excelências não eram nascidas já eu andava a dar cabo de aliens japoneses fofos.

À fome.

E muitas vezes sujos.

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Pff...

4 de janeiro de 2016

Feminismo - A minha controversa opinião

Considero a Mulher o Ser mais esplêndido e inexplicavelmente fantástico que existe. Defenderia que não só somos o Sexo Mais Forte como também o Mais Belo e o Maior Feito da Natureza. Dito isto peço a todas as Mulheres do Mundo: parem de se vitimizar.

Fui criada com modelos de mulheres fortes, mulheres-furacão, mulheres-revolta, mulheres-fogo...e percebi que no meio das pancadas e das rudezas, das quinas bicudas das suas personalidades, havia algo nelas que me cheirava a Imortalidade: mesmo no meio das suas tempestades, eram um barco quebrável mas indobrável. Estas mulheres eram (são) árvores, com raízes que abalroam estradas e criam fendas em casas emocionais mais frágeis. São como aquela pontinha de rocha, na beira do precipício, que temos sempre medo que ceda e nos deixe cair, mas que tantas vezes nos salva a vida.

Não se vitimizavam. Não precisavam de ter os mesmos direitos dos homens, porque sabem que ser Mulher é ser MAIS! e não igual. Carregavam nos ombros tanto o trabalho horas a fio na terra, como os filhos às costas. E mesmo aquelas que trabalhavam de manicures feitas, agradando a todos, se revelavam feras destemidas em momentos de aperto.

Cansa-me a vitimização de um Ser tão forte. Cansa-me que tenham tantas lutado tanto para que agora continuemos a focar as energias no que não temos, não fazemos, ou não somos. Cansa-me ver mulheres apagadas à força da ideia de famílias à moda antiga, quando todas elas gritam EU e não NÓS. Cansa-me também ver tantas negar o NÓS, porque acham que ser mulher agora, na modernice dos tempos é ser só EU.

Custa-me que tantas vezes se associe o Feminismo à negação: negar que alguém mande em mim, negar que alguém decida por mim, negar que me minimizem, negar que me neguem; e não à aceitação: aceitar que às vezes tenho de ser humilde, aceitar que às vezes é bom largar o leme e ser comandada, aceitar que tudo o que é fantástico nasce de coisas pequenas, aceitar que vai haver quem me negue e que não serei menos por isso.

Feminina e feminista para mim tanto é a dona de casa que não tem qualquer outra ambição senão criar os seus filhos da melhor forma que sabe, dedicando-lhes toda a sua energia e felicidade, como a mulher que não quer ter filhos e que se dedica à carreira, sem temer o julgamento da frase "então? Já casaste?".

Feminina e feminista tanto é a mulher que manda tudo às urtigas, em tumultuosos humores, quando oprimida, como a mulher que se submete a coisas a que tão libertinamente costumamos jogar um maldizente (e tóxico) "havia de ser comigo!".

Não acredito que tanto se tenha lutado para ser igual nem aos homens nem às outras mulheres...acredito que se lutou para se poder ter a escolha de ser diferente.

Acredito que se lutou para quebrar espartilhos e flexibilizar as nossas vidas. Para podermos escolher entre a tradição e a modernidade. Para podermos errar. Para podermos falhar redondamente e pecar e recomeçar e estilhaçar e reconstruir. Para sermos Donas da nossa sexualidade e não para a dar ao desbarato ou para até a dar ao desbarato se bem entendermos! Para sermos responsabilizadas pelas nossas escolhas e não vitimas de um mau Fado qualquer que pelas costas nos cai. Acredito até que lutámos para podermos escolher se queremos sequer escolher!

Somos Interminavelmente Poderosas se percebermos que não temos de forçar Sê-lo se já o Somos.

ACEITAÇÃO: PRECISA-SE.




Imagem retirada do Google

Ai filho! Não te entendo!

Isto é o que digo enquanto olho para a versão app do Blogger...

Benzádeus.